Depois das matérias-primas terem sido aprovadas pelo laboratório, o ginseng Dinastia Imperial da Ortis pode ser preparado de acordo com a receita única de Adolphe Horn.
O ginseng é o primeiro moído para preservar todos os seus princípios activos. Este processo dá origem a uma pasta que é misturada com xarope de trigo (sem glúten) e xarope de tapioca biológicos certificados.
Estes açúcares são necessários devido à sua acção como conservantes naturais. Servem também para adoçar o sabor do Ginseng Dinastia Imperial da Ortis.
Seguindo as indicações de há cinquenta anos atrás do fundador da Ortis, adiciona-se à mistura geleia real, que é conhecida por potenciar os efeitos do ginseng. A geleia real é uma secreção glandular das abelhas operárias.
As abelhas alimentam as suas larvas usando essa secreção por vários dias. Além disso a geleia real é o único alimento da rainha ao longo da sua vida (desde larva até à idade adulta). A rainha é a única abelha que tem direito a ingeri-lo durante toda a sua vida. É uma substância extremamente nutritiva, à qual se deve uma maior longevidade e fertilidade da rainha.
A produção na ORTIS decorre de acordo com as regulamentações de controle preciso, tal como previsto pelos códigos SAC (procedimentos de auto-controlo impostos pela legislação belga), bem como pelas Boas Práticas de Fabrico (BPF), um sistema de garantia de qualidade que se aplica, em particular, a produtos alimentares e farmacêuticos. As BPF determinam de modo preciso o método de fabrico e o meio ambiente em que o fabrico decorre. Todas as matérias- primas, produtos intermediários e finais são verificados durante a produção. Todo este processo é meticulosamente registado no que é designado por protocolo de preparação.
Rastreabilidade: se se verificar que, apesar de todas as precauções tomadas, um lote específico for rejeitado, é possível verificar o processo de fabricação, quem desenvolveu os testes, a origem e a natureza das próprias matérias-primas.

